DNIT e Gestora Ambiental da BR-381/MG finalizam monitoramento de insetos transmissores de doenças

21/05/2021 – O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) finaliza, nesta semana, a compilação de dados e amostras para o Subprograma de Monitoramento e Combate à Insetos Vetores de Endemias na BR-381/MG. Os trabalhos são feitos pelo consórcio Skill-MPB Engenharia, Gestora Ambiental do empreendimento. O objetivo da atividade é identificar insetos voadores que possam transmitir doenças, monitorar o aumento deles nas áreas de construção de pistas, viadutos e pontes, identificando e combatendo os focos e criadouros dos principais vetores de doenças.

Os trabalhos foram realizados em campo, entre os dias 11 a 18 de maio, pela equipe da gestora acontecendo em vários pontos de rodovia em obras. O trabalho é realizado a cada três meses, para coleta de insetos vetores de doenças, como a dengue, Zika e chicungunha, sendo realizadas coletas diurnas, em busca de formas jovens de mosquitos (larvas) e noturnas através da instalação de armadilhas luminosas em sete pontos de monitoramento em todo empreendimento. Após coletados, os espécimes são catalogados “in loco” e levados ao laboratório de Invertebrados da Unileste de Ipatinga para identificação das espécies.

Toda a atividade feita nos últimos dias atende ao Subprograma de Monitoramento e Combate à Insetos Vetores de Endemias, parte do Programa de Conservação da Fauna Terrestre previsto no Plano de Controle Ambiental (PCA) da duplicação na BR-381/MG. Este subprograma tem papel importante no monitoramento dos insetos potenciais transmissores de doenças. O DNIT executa as ações prevista nesse item do Plano de Controle Ambiental (PCA) do empreendimento através dos trabalhos realizados pelo consórcio.

Para combater os criadouros, quando localizados, são utilizadas as diretrizes estabelecidas nos Planos Diretores de Erradicação do Aedes aegypti e no Guia de Vigilância Epidemiológica. Em cada campanha, é realizada uma vistoria nos canteiros de obras, alojamentos, etc., em busca de recipientes com água estagnada e ou poças de água para avaliar a presença de larvas de mosquitos.

Somado ao monitoramento, o Programa de Educação Ambiental realiza campanhas educativas em comunidades lindeiras, escolas e junto aos trabalhadores para alertar quanto aos cuidados necessários para evitar que as doenças, causadas principalmente por mosquitos, aumentem.